Sentido, agora morto sobre a sua campa mermura umas quantas e indecifraveis palavras. Penoso seu sufrimento, mesmo após a hora ter chegado continua nesse mermurio, frio e só permanece ai então nesse canto como se não soubesse descansar, como se não tivesse sido perdoado, como se não esquece-se. . .
"É apenas mais um!"
dizem todos. . .
Mas permanece, fraco mas distante de tudo tornando a sua fraquesa, sua magoa, em tudo o que o suporta.
Mesma fraquesa que violentamente é negada como um falso sorriso, mas que permanece.
De tudo o que lhe resta só algo que em seu corpo permanece fazendo-o chorar piadosamente por não ter conseguido sair. Marcas e mais marcas permanecem no seu corpo, o mesmo que teima em não apodrecer, dentro de um nada onde jaz a sua campa, a mesma onde ele permanece sentado. Tudo lhe vai lá parar e teima tudo em o desacreditar, nem a orquidea que lá plantas-te gosta de ti ai.
Mas afinal quem és tu?
E ele responde:
"Apenas um tu...apenas um tu."
quarta-feira, julho 18, 2007
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