segunda-feira, fevereiro 26, 2007

Quarto 210


Hoje acordo no meio de um dilema.
Perciso de mim . . .
Mas não me quero sem estar naquela memoria viva que as rosas sussurram.

Queria poder afirmar meu erro aos berros por gostar tanto assim mas limito a lamentar meu erro, sussurrando as paredes o quanto faz falta o teu tão nosso ninho. Ninho feito de meu, igualmente nosso, erro mutuo.

Passado esse onde já vai?

Deito-me no topo de um prédio onde a meu lado jas uma rosa, enquanto peço aos céus um pois. Esse quarto sim.
Meu desanco que queria merecido não foi.
Pois resposta vossa foi sinfonia de gritos e ecos de risos que me culpam por não lutar.

Outr'ora proibiste-me e agora também é inútil, e eu preciso de mim.

Abria a porta do quarto 210 do meu Céu e encontrei-te lá sentada ao teu canto. Enquanto eu paguei para te ver só mais uma vez antes desvanecer de vez ao lado daquela rosa que perdeu seus porquês.

Sinfonias de gritos nas memorias perdidas do mosquito em teu quarto . . . o 210 do nosso ser.
Pois é de mim preciso de ti.


sábado, fevereiro 24, 2007

Falso fingimento

Falso, puro sentimento que cresce em mim todas a manhãs.
Odeio de ti em raiva alastrada por um som agudo que enche o ar de notas cortantes, fingindo que não cortam enquanto em nossos rostos de lágrimas sangue mancham nosso presente como falsas aceitações, essas mesmas que não existem no nosso quadro honradamente belo.
Triste foi tentar falsificar um sentimento que no fim cicatriz deixa em meu peito, não querendo mais nada, deixando as lágrimas do coração saírem por ferida paciente que não te quer perder.
Falso foi aquele que de mim tentou fazer um sentimento fingindo que ele transforma-se em verdade, quando ele já existia e era verdadeiro. Mesmo esse nunca foi nem nunca vai ser moldado por rasões deixando-te a pairar longe do teu ser racional, elevando-te ao teu mar de silencios honesto e limpos onde de ti meti em mim as raizes de nós que sempre fingidas numa mentira tão forte que só para quem não o ve é que afirma com dedo apontado a mim acusando de fingir um nunca ter gostado da pessoa que já gostei mas mentira não é serta se não afirmar que nunca amei como amo meu passado difuso nas brumas das diferenças tão juntas a nós que parece mentira a verdade posta, tão perfeitamente em nosso quadro.
*retoma o folgo após breve suspiro*
Sinto-me sem ti quando tão perto não podes mas sim sentir mal por poucos momentos porque mal não ficar e bem te quero mostrar que eu simplesmente nunca irei arruinar nosso belo quadro de memorias.
Por o amar tanto assim, os dois, representarei algo que não total verdade mas para bem de nós fico-me por aqui fingindo o que sinto que em palavra de A começa acabando por ser o sentimento mais forte que me moldou a mim o teu eu que les aqui.
De mim para ti um fingimento tão real quanto a pessoa que nunca deixou de me ser especial!

quinta-feira, fevereiro 22, 2007

Mar de cinzas

A chuva não cai como desejava-mos,
Caiu substituindo minhas lágrimas que agora veja a tomarem calmamente minha face.
Mal foi meu por nunca ter . . .
Saído dos teus mares que amo, os mesmo que agora magoam. . .
Maldito coração que por ti grita nesta manhã solarenga onde o sol é cinzento por não te ter.
Deixem-me expressar a dor que sinto, mesmo que inútil! Deixa-me livre, flutuando só maus pouco como quise-se sair deste mar cinzento, que apenas de doce memorias não quero estragar. Desculpa se me fasso-te ver que não entendo mas minha dor mera ocultada, e é por entender teu lado que a dor fala por mim.
fico agora assim perdido mais um bocadinho em mares cinzentos que meu coração vai alimentando com o meu querer de solidão.

Manham Submersa

De um momento para o outro acordo com bocas ironizadas querendo gozar comigo vezes sem conta. . .

Finalmente acordo e nem com esforço um sorriso sai desta cara. As cordas da guitarra soam bem e nem assim me alegro, toco mais um pouco. . .

Dou por mim vazio a falar com ninguem e a olhar para o nada. . .

A pergunta seria o porque. . . mas nem me vou dar trabalho de o saber. De braços para baixo eu perfiro ficar, e me alimentar de meu passado para continuar mas de nada vai ser vir quando quanto mais irei ver mais triste irei ficar.

Mergulho na manham sombria onde só resta um raio de esperança. Esperança essa de voltar ao que era porque me alimentei de uma falsa esperança para no fim cair no vazio. Não tens a culpa, não o fizeste por querer e tambem. . . eu já devia de ter esquecido afinal não passada de passado, passado esse que não queres arruinar, como te compreendo.

Afinal de contas é só mais um sentimento parvo que não morreu e que a manham teima em relembrar. . . prometi em não voltar a tocar no assunto e assim o vou enterrar até tu o quiseres desenterrar.

As cordas soam bem,
nesta manham onde,
submerso sem ninguem,
eu choro com elas.

Desculpa mas não sou assim tão forte.

quarta-feira, fevereiro 21, 2007

Into the grey

Verdade nunca ocultada sempre bela e pendurada naquela parede que de mim quem sou.
Não perderei por nada o ardor que causou.

Ficarei sentado agora de vez olhando para o ceu, vendo as estrelas a brilharem lembrando todos os meus momentos em que um sorriso livremente saia sem dizer nada. Agarrado ao braço ficarei por nada poder fazer, culpado sou não saber esconder o que sinto. De nada serverá se te lembrares das verdades, mas ficar sentado é o que eu quero.

Não quero fugir, nem quero sair. Simplesmente perfiro ficar a olhar. Voar nos meus sonhos que de esse grande nada se enchem. Chegou a hora em que baixo os braços a minha luta e de novo em meu cantinho no luar vou ficar, sem partilhar a dor que em mim teima em ficar. Com o tempo espera-se ficar mas ele teima em voar lentamente mudando de mim o que vejo. Deixo com que tudo se torne cinzento pois de muito serve tentar colorir os dias que vêm.
Com as minhas estrelas vou queimando o tempo, tempo esse que em cinzento tudo transforma. Não vos quero perder por meu estado mas só eu com o meu tempo é que volto a colorir, os dias que perderam a cor.

Cinzentos estão e não quero que te culpes. Não! Pois devia de ter encaixado já tudo mas nunca o consegui realmente fazer.

Desculpa se algum encomudo causei
a alguem mas não quero que se preocupem.

Para: A menina de Pessoa

Para a menina que hoje me viu, confusamente perdido na amadora quando nos cruzamos a perder a 114, essa mesma que queria no natal como piada de nosso momentos de inverno. Estava frio e eu não via nada mais se não teu calor. Entrstecido e revoltado como numa birrinha de criança mimada. Ignorava todas tuas palavras mesmo as que repetias vezes sem conta.

Tudo mudou desde então, o meu Alexandre continua na guitarra a gritar o que sente cada vez mais verdadeiro com ele proprio, nunca largando a musica. O Rodrigo finalmente tomou sua decisão final e no tecto da sua capela preencheu-o com as suas estrelas guias, fazendo-te referencia. O Diogo cá vai aprendeu finalmente seu valor e finalmente já se olha, e ele tem uma birra que confessou aos seus amigos!

Como era bom os ver todos juntos num que sou, ou nunca deixei de ser apenas cada um a sua maneira entendia as coisas mas para que quando todos sou eu. Então terei eu que confessar que não te sossurrei ao ouvido nem te contei na paragem. Tudo que falamos como nunca falamos, falamos sem parar fugindo ao que te queria confessar. Agora as paredes repetem que sinto, ecoando a musica que nós sabemos bem.

Não queria confessar assim mas admito ter medo e meio envergonhado fico por o voltar a dizer. Acho que sim voltei ao meu ser infantil, aquela criancinha timida olhando para ti matanto aos poucos as saudades de ti. Recordo-me do esforço que fazes para tentar chegar aquele ponto, rimos-nos sem parar a tarde toda como se não ouve-se fim, foi giro voltar a ver-te a poder sentir-te outra vez. Tua pele suave como sempre com o teu perfume que nunca de meu nariz saio!
Divergimos a tarde entre musica e escola. A musica meteu-te completamente derretida o que foi lindo ver tão bem assim. A nossa escola que nunca esqueci continua sempre assim diferentes mas minimamente comica, oh e o que rimos outra vez com ela!

Senti-me bem como a muito não me sentia e no momento que ia falar nervoso fiquei a olhar-te.
Bela Isabela! Sempre o foste e nunca mudas-te, imensas desculpas te peço por ter ,e afastado assim mas era enfim uma criança.

Se pode-se confessar agora em teu olhos olhava sem gagejar que teu eu de todo eu gosto como sempre gostei e agora que a frida foi aberta parece ainda mais! E é gostar de teus defeitos e de tua perfeição, e por te sentir assim, outra vez se pode-se pedir algo seria . . .
Oh minha doce menina, nem sabes tu o quanto te quero. Sinto-me envergonhado sim por dizer pois não sei se de mesmo sentimento partilhamos, mas sempre assim na mesma não me irei negar outra vez porque é o que sinto em mim.

Oh saudades do tempo da foto em que por muito que fosse-mos diferentes eramos nós proprios que gostavamos, mutuamente bem estavamos e era o teu bem que eu procurava. Agora que me arrependo de todo o mal que disse e por momentos que fossem gostava de estar outra vez em teus braços, no teu colo, sendo teu outra vez.
Minhas palavras foram minha morte e agora pago pela lingua.

You are the lady i love and what i must admire, never felt this way before for anyone but i have to say that every tiny hope i have about something is not as big as the hope of having you back in my arms! Cuz i'm fine but not complete without you. Cuz in all of this selfness the only thing that is missing is you.

You are everything in everyway of me to you.

Pois de maneira mais suave queria, calmamente ao ouvido baixinho tudo o que foste e tudo o que és em mim e para mim.

Aquela saudade de voltar a viver e a sentir o que era amar e ser amado por ti.


Até a escrever tive medo de escrever o que sinto que muito pouco seja para o descrever.

domingo, fevereiro 18, 2007

Meds

De pernas para o ar ou para o ar de pernas me estendo no chão.
Parce que tudo muito irreal, trocando-me a mim com o que não sinto sem ver.
As alergias disparam e lá estou eu de novo aflito a favor da minha destruição, no chão.

Naquele mundo incantado que de mim quer tudo pareco estar, sentado a olhar ou deitado a olhar? Perco-me num bloco de cinco linhas vazias e re-encontro-me no chão a rir desalmadamente, minha loucura minha solidão.
Parece o tempo eternamente lento quando tou farto dele, até para cair demoro a me magoar. Mas isso é mau?
Que me caia algo em sima se retirar o que disser mas farto disto estou eu!


*pufffff*

Caio. . .

Pois acordei-me em sima do lavatorio com meus medicamentos. Lentidam infernal acabou mas em mim me sinto de novo, mas agora é mau?

SIM é pois não tou no lavatorio mas sim no chão do meu quarto e caio sim uma guitarra em sima de mim, parecia estar só a cair em mim mas afinal a maldita guitarra não me deixou cair mais fundo. Impedio que me apaga-se, como se me importa-se mas sei que te importa a ti pois quem é que te iria tocar? e a tanta gente o que faria?
Não me posso apagar assim não quero desperdiçar isto por me ter esquecido de tomar os medicamentos, que seja a ultima vez! Em meu santo dia não voltarei a me esquecer de tomar os meus medicamentos. Acho que me lembrei de ti ao nem ter tocado em ti mas sim porque foi sempre um querer teu que eu toma-se o meus medicamentos.

E por ti tomo sim porque o bem tu queres para mim e isso nunca vou me esquecer. . .
De ti e dos Meds, Cause never again to fail to me because it matters to me how i am to you

sábado, fevereiro 17, 2007

Sentar e esperar . . .

Sento-me a pensar.
Indirecta maneira de chegar assim tão facilmente a ti. Tirar de mim as duvidas que crio e chego a conclusão. . .

Que meu peso é um eu infantil que mais uma vez tenta criar coisas onde não há, e o que faço?

Bem eu vou ficar aqui sentado a espera até desesperar o dia para desabafar minha inquietação, bem baixinho ao ouvido.
Docemente as palavras que não esperas ouvir mas mal esperas para ouvir. Por saber que sabes e sem querer dizer directamente vou me escondendo atrás de uma borboleta. Porque o que se tem de dizer já devia de ter sido dito e nunca devia de ter ficado guardado em mim. Maldita a hora em que quis cegar meu coração por tão piedoso ser, porque agora ele com força tenta sair!

Rasgando-me em lágrimas saudáveis de saudade, querendo te ver outra vez.
Querendo mostrar que não foi amar foi crescer para aprender a não voltar a cometer mesmo erro fatal.
E de pé querendo dar passos no caminho iluminado por minhas estrelas, fazendo-me de cabeça sem querer saber se saio vivo lutando por aquilo que acredito, porque quero sair sim, mas não sem teu coração de novo em mim, sem isso não!

Mas infelizmente no chão, triste não, ficarei a esperar para a meu tempo tomar, teu tempo e teu mar. De novo não quero cravar teu Não no meu coração, mas em teu um pedaço do meu dando-me a ti, por fim, tudo de mim por um sim.

Porque já comecei e não quero acabar aquele mar,
silencio, puro, brilhante,
nosso mar chamado
Amar.
Obrigado a quem me fez voltar a escrever,
mostrando a escrita como uma forma de expressar,
o que faltava para expressar ^^

sexta-feira, fevereiro 16, 2007

Vicarious


Sento-me a mesa comigo e descuto soubre o que fazer até que vem a correr alguem. . .
Grita :
- Pára tudo, podes começar a esquecer tua alegria.

Mas porque? será que fiz algo de errado?
Será que vim demasiado tarde?
Foi perciso eu agarrar-me a algo inserto para ficar assim para no fim ficar de cabeça baixa?

Tava a mais e se estás a mais deverias de desistir e largar de vez quem não te quer.
Fica outra vez o que eras, um ser vazio, existe apena para veres o mundo passar.
Entretem-te a ver as coisas morrer a tua volta da mesma maneira que ficas sentado a ver teu sentimento morrer por poucas palavras.

Mas seram reais aquelas palavras? será que é para um rapaz?
Devo voltar a desitir e ficar outra vez vazio e sem graça?
Sem sorriso esboçado na cara com um olhar triste e vasio?

Não vale a pena agora chorares,
Se é ou não é com ela e se vais ficar assim diz-me,
porque é que necessitas de mostrar isso?
Não tas bem? o que é que queres?

Não vou esconder o que sinto em momentos amargos de mim,
Não estou bem nem ficarei tão depressa bem, não vale a pena seguir uma borbuleta que vai livre voando seguindo seu destino sem nada mostrando, mas o que queria era poder ter essa borbuleta em meu ombro ou em meu nariz ou até na ponta do meu dedo. Queria voltar a ser aquilo que a protegia a cuidava dela sem a magoar. Infelizmente o meu mundo é estranhamente escuro que só fica mais claro quando ou amigos ou pessoa amada aparece. . .
O ceu está estrelado, eles lá em sima acenam mas eu acabei por voltar . . .
"Vicariously I live while the whole world dies" - Vazio e frio sem graça me sento em frente ao ecran vendo tudo passar tudo a morrer quando o que eu queria mesmo era poder te tirar desse tornado de sentimentos e de situações acalmando-te em meus braços mas como o acaba por acontecer é não o quereres então eu . . .

Don't look at me like
I am a monster
Frown out your one face
But with the other
Stare like a junkie
Into the TV
Stare like a zombie
...
Cause I need to watch things die... from a distance

...
While my heart has lost the hope to watch you come,
so
...
Vicariously I'll live while the whole world dies.

Do you really what to end this all?


quinta-feira, fevereiro 15, 2007

Saudades de ti . . .


Saudade de te ver,
Saudade de te sentir.

É aquele inpulso que me faz querer olhar para ti de novo, sentir-me parte de ti, beijar-te assim sem fim.


Todos aqueles que ficaram por te dar, todos os olhares que ficaram para trás, e todo o silencio que com um nós tudo enchia.
Não sei. . .
Não sei se voltaremos aquela felicidade que era então,
só nossa,
mas sim . . .


Sei que queria, porue a saudade mostrou-me o que eu quero. . .
Em que eu errei. . .
E quem eu realmente amei . . .
e quem eu amei e quero então. . .
és tu sim. . .
Porque me mandaram seguir o coração e . . .
o meu coração grita por ti!

(dois texto feitos em um monto de desespero na aula de portugues)

Caixa aberta. . .

Caixa de memorias que volto a abrir. Cadeado nunca mais existirá, deixando-te livre para voltares a ser tu em mim.
Amor que nunca foi negado mas enfim ocultado e a mim me culpo de te ocultar e em mim sinto que está na hora voltar a mostrar o que era e o que foi perdido mais uma vez nos leitos do meu ser.
Libertar-te querendo provar denovo tais dias de sol que eram para mim um querer sem fim.
Voltar a ser duas partes de um, aquilo que nos deixava em silencio, sintonia em perfeição transformada na nossa imensidam do silencio , oh desejo louco que renasceu em mim, porque sou assim?. . .

Oh saudade dos tempos em que eu sabia o que era viver. . .

quarta-feira, fevereiro 14, 2007

Numa caixa de letras . . .


Olho para trás por mim . . .
Tinhaguardado numa caixa de letras as letras que eram nossas e que elas descreviam um nós, nessas letras infelizmente deixei uma marca feia. Ai se eu podesse rescrever essas letras, rescreveria meu erro porque sim eu errei, sei que errei. . .
E no entanto olho para trás.
Olho para aquilo que deixas-te em mim, as ruinas deram belos monomentos e os belos momentos nunca foram em vão, e sinto-me um pouco de ti cada vez que penso.
Será correcto? perguntam me!
Era o medo de alguem e o que dizes de ti?
Bem eu digo que era sim mas por ser um medo acabou por me voltar a pensar nela e ela em mim ganhou outra vez algo e se este amor é um combate "então ganha é o melhor parte"!
E eu rendo meu premio, rendo-me a ti querendo outras vez poder sentir e te amparar em meus braços, fazer-te sorrir outra vez.

Essa caixa eu abro e vejo nosso passado,
passado desejado,
belo passado manchado por horrendo eu.

Tirar-te dessa caixa eu quero, mostrando-te que podes voltar a ser feliz no meu ceu estrelado,
Nele quero poder ver todos os dias uma constelação que sempre em mim esteve.
Obrigado por mostrares-me quem sou deixando-me
de novo rendido a ti. . .

For now on i will be chasing the starlight, our long lost star light!

segunda-feira, fevereiro 12, 2007

Triste manham de um ego . . .


Novoeiro não está presente, esperança nunca foi tãp insignificante. Caminho como um nada a procura de minha rotina e só as nuvens é que teimam em me estragar essa mesma. Sol anteve um apagar do meu dia, deixando as nuvens intristesidas apoderarem-se do meu ceu.
Ignoro.
Forcosamente e como a alegria de ninguem inguloas nuvens trites e no vasio liberto os frutos desse erro. Lagrimas descem pela face onde um sorriso forcado figura, sem nenhum motivo nem significado. E como de ser estranho fosse para mim, drbruco-me perante meu ego e riu. Tal algazarra ruidosa de mal dos outros se alimenta, acabando por se erguer de barriga cheia e vomitando tudo o que és deixando-me no chão sem mim mais uma vez, perdendo-me.
Vergonhoso Ego! - grito para comigo.
Mas o dia continua indiferente, meio triste , meio contente, deixando-me assim como uma triste confusão de um grande nada que esperançosamente olha para lá fora a espera que o dia acabe. Porque isto nada disto se passou fora da aula da manham, perdendo-me com pessoa na aula de portugues.

sábado, fevereiro 10, 2007

Uma gota num rio de um dia . . .


Forte manham de sexta feira parecia mais que perfeito o dia, sem chuva avancei para o continuar do dia sem pena de mim.
Falei, falhei, combinei, gritei, até que finalmente o dia estava concluido! Meu dia acabava com companheiro de musica que a espera que entra-se a noite preparavamos-nos, pois a noite caiu e caiu como gente grande, metendo água por todos os lados não querendo que nós nos fizessemos a nossa!
Fomos sem medo de enfrentar a noite e nela corremos, e vimos e ouvimos muita coisa que não era suposta. Fizemos-nos finalmente a estrada com nosso ultimo cavaleiro, e em nós metemos com pressa a ir para o lucal onde mais de nós estavamos!
Perdemos por pouco eles que mais tarde os encontravamos no real campo de batalha.

Segurei-me e entrei para meu contrato com o nada assinar.
Assinado comecei por ter todos que queria, falei com quem me é importante explicando e ouvindo o que me aconteceu e que dizia. Diverti-me puxei por todos que a morrer estavam pois minha vida não se iguala a ninguem e eu não sou guerreiro de deixar os seu para tráz!
Fui eu e ninguem mais que eu por muito que me custa-se magoar quem amo para fazer-lhe o que ela realmente sente, pois as crianças só sabem o que sentem quando são magoadas!
Porque as vezes o que sentimos é negado por uma idiologia que não é nossa por pura racionalidade e no amor só uma coisa conta, o que sentimos e o que fazemos para o sentir e só o facto de estamos bem ao lado de outra pessoa faz-nos fazer de tudo para estarmos com essa pessoa. E bem lá no fim, vivo e como ninguem sai bem para a chuva que a noite trouxe regressando a casa a chorar com o ceu por te ter magoado.
E agora espero sentado a janela vendo o lua belo que a chuva revelou com uma unica lagrima a cair enquanto o som da minha guitarra fala por mim o resto de mim pela noite fora.

quinta-feira, fevereiro 08, 2007

Guardian Angel . . .

Cai no teu sonho e fui teu,
Guardei e cuidei todo o teu eu para no fim,
bem,
fugires de teu sonho deixando o teu anjo caido no chão sem ti.

Fria como pedra agiste como se nunca viesse a cair em ti.
Passei de bomeco fofinho que usas-te só para ficares bem no fim no lixo me deitas-te como de não fosse nada?

Não foi a minha morte será sem mim em ti morrendo num nós como uma rosa que murcha de tanto sangrar, porque em ti me perco e em ti deixo minhas esperanças mom para o sempre como o teu anjo da guarda eu queria morrer. . .

Porque acabaste com a esperança de ti mas será que eu acabei cam a minha esperança de mim?

Só tu o dirás,
quando vieres
nos meus olhos
o que nos teus tu trazes. . .
Será tarde?

Nunca é tarde quando nunca se chega cedo, mas nunca é tarde para sonhar e lutar por o que queremos. Dorme tua vida, sonhando a realidade antes que a morte seja tua vida.
Sonha por mim,
Sonha por ti,
mas sonha pois te quero em sonhos de pura alegria onde tu és tu e pensas por ti, onde ninguem te diz o que fazer e a unica pessoa que ves é quem mais te ama quem te protege, quem te ama. . .
Teu anjo da guarda que guarda teus sonhos por ti. . .
Será queres esse o fim para quem teus sonhos guarda, e de ti todo teu eu te protege?
Se queres sim então não mereçes o amor de um anjo. . .

quarta-feira, fevereiro 07, 2007

Citizen erased!

Ruido agudo que te apaga do teu ser, a cidade elemida todo de ti.


Silencio da noite em teu quarto mete-te a pensar o que se passa pois ela já é parte de ti.
Não te sentes bem no silencio acolhedor, da paz que crias-te em ti?
Não és tu um eu livre dela que nos quer acorrentar fazendo dela a nossa dependencia?


Queres ser apenas mais um no meio deste ruido infernal?
Nasces-te para viver acorrentado a quem te quer matar?!?!

Olha eu não. . .
De mim minha infancia ela roubou por ser ingenuo e por ser apenas mais uma criança.

Olha, olha! lá se foram os teus anos de pura inocencia e alegria perdidos para sempre nas cartas da solidam cheia de nós!
Ter tudo não ser apenas para tudo se não um tudo de um todo vazio quando se perde em frente a algo que sem valor nos passa e foge por um querer nosso. Torna-nos egoistas e mimados e mesmo assim o que me senti?
Vasio nem mimado de nada. . .
Posso ter perdido meu rico passado numa infacia miseravelmente só onde um nada é simpatico porque um nada nos obriga a procurar algo para dar-mos valor, mas afinal sempre tive tudo e um nado de um tudo era tudo o que tinha. . .
Um todo de um nada algum quando me vejo a olha para ti.

Agora?
Oh agora pouco me resta se não lamentar e aproveitar,
saltando por sima de tudo cagando em tudo e em todos sendo agora a criança que nunca fui! viver com um todo cheio de nada por ter de lutar por algo e que te digo?
Olha afinal sou só eu que te quero por me encheres de mim um todo de teu eu.

Sento-me e imagino-me a pintar uma tela . . .
Linda. . .
Um vazio sangrento onde eu me sento em sima de corpos onde me entretanho a fazer a uma mão o mesmo que se faz a um mal me quer. . .

O que louco eu?
não só foste tu que me crias-te o cidade bela que matas tudo com esse teu eu tão lindo.
Engoei de ti, ganhei odeio e no meio de uma seara me refugio para não acabar por ser mais um que tu apagas!

Adolescencia morta a encontrar em mim um desejo de saber o porque de me criar tal friesa morbida em que tudo e todos são um nada. . .
Ou será?

Oh maldita criação do homem tens tu de criar esses teus mitos de paixão e ardores perdidos nos corredores de hospitais perdidos em ruelas de ti mesma!
Cidade porca e suja fizeste-me amar!
Não a ti mas a quem tu tens em ti mas era mais vitimas tuas?!?!?

Vi em meu passado meu coração ser deixado a sangrar como se de petalas de uma rosa fossem tiradas e no seu lugar uma lagrima de sangue sai de si!
Cada uma tirou e tirou, amei e amei mas . . .
no fim oh porca cidade deixas-me aqui sem defesas contra mim?
Mas achas mesmo que me vou baixar ao ponte de me meteres tuas desejadas correntes da insanidade da popular mentalidade oca sem um ser proprio onde não há sentimento apenas fria matematica.
Não NUNCA de mim não levarás nada!

EU SOU EU NÃO MAIS UM TU OH VIL CRIATURA!
Por querer ser eu e lutar esmagaste-me uma vez e para nunca mais fazer eu levanto-me e vou ser apenas em eu ti que nem tu oh grande como tudo conseguirás fazer nada contra mim pois eu sou aquele cancro maligno que em teus pulmões destruo-o o teu eu e porque me fazes-te chorar!

Prometi a mim que não o faria, mas espetaste-me a faca nas costa com a mais bela e encantadora sereia de teu rio e agora por queres ela de volta em teu leito eu digo.
Ela é um ela não mais ninguem se não ela e quando acorder vai procurar o ele que a acorrentou a rosa de seu ser feliz e é lutar por um nós feliz que lutarei. . .
Não és tu oh sem ser que me vais tirar para sempre aquilo nunca vai deixar de ser!
Porque ser eu e pensar em mim vai deixar o teu ser vasio por não pertenceres a mim.

Porque uma rosa vermelha tambem sangra no meio da perfeita cidade de ti.
Queres continuar a criar aquilo que te vai matar?

Eu deixo a porca imunda para sempre para ser eu,
num mundo em que eu sou apenas uma rosa no meu jardim onde um borbuleta veio poisar sem eu saber e agora que a cidade quer tomar conta de meu jardim eu viro as costas e sou eu alegre e relusente lua morta deitada na pura rosa do meu ser acabando com tudo e todos que crio para me matar. . .
Porque . . .
Para me matar basta um eu e tu para o resto do ser,
rosa vermelha de puresa na morta lua de mim!